Enfim curada da ressaca pós-virose brava que não sei daonde veio. Se não tivesse durado só um dia, eu poderia escrever um livro tal qual a Adriana Calcanhoto.

Na falta de um livro, só vai uma frase: faltar um dia da sua vida é um trabalho árduo pra recuperar depois.

Tenho alguns rascunhos aqui no wordpress mas vou deixar de lado um pouquinho e falar de um novo vício virtual meu. Trata-se do SkoobBooks, ao contrário – , que eu apelidei carinhosamente de “orkut de livros”.

Lá, você cria uma conta e uma estante virtual com todas as obras que você já leu em sua vida, está lendo atualmente, ou tem vontade de ler. Além disso, pode escrever resenhas, dar notas aos livros, conhecer pessoas que também leram aquele seu livro favorito – ou aquele que você odiou – e trocar idéias.

Outras coisas bacanas são: compatibilidade literária, histórico de leitura (que mostra a sua evolução de leitura, do dia que começou até o término), recados, cadastro de novos livros…

Eu adorei a idéia, que vi no blog do editor [da paradoxo] e recomendo. E se você gostou também, cadastre-se e me adicione (sem reparar na minha cara idiota do perfil).

Outro aviso é que adicionei nos meus links ao lado o endereço de algumas meninas que me dão o prazer das suas visitas. Vejam se há algum erro, sim?

Logo voltaremos com nossa programação normal e mais textos, devaneios, idéias absurdas e lamúrias do coração.

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Não entendo porque praticamos certos hábitos que não nos levam a lugar algum. Hoje me peguei mentindo para uma total desconhecida, na fila do ônibus. Ela perguntou-me se eu tinha uma caneta e imediatamente lembrei-me da caneta cortesia de uma medicação qualquer que havia colocado em minha bolsa antes de sair. Mas, sabe-se lá porque cargas d’água eu respondi “não”.

Assim que ela respondeu “obrigada”, eu começei a pensar o porquê de eu ter soltado uma mentira tão boba e tão despropositada. O que ia interferir na minha vida dizer “sim, eu tenho uma caneta, toma aqui”? Nada.

O mais engraçado é que em situações aonde eu teria uma “razão” para mentir eu falo a verdade, mesmo que isso me leve a punição. Acho que o meu problema é que nessa minha dicotomia de querer estar distante e ao mesmo tempo perto me faz perder a noção de quem manter perto e quem manter longe. E aí, num descompasso de comportamento evito um contato, mesmo que frívolo, com alguém que a única coisa que fez foi me dá um sorriso sem querer nada em troca.

Não sei que tipo de relacionamento quero e espero das outras pessoas de mim. Mas só me lembro de um frase que li a muitos anos, em um livro da Maitena: “pessoas inalcançáveis nunca são alcançadas”. Parece óbvio, mas preciso aprender isso.

Ilustração: Moidsch


Se eu participasse disso um dia, realizaria um dos meus mais incríveis sonhos!

E é com essa que eu volto de excelentes férias!

ps: pra quem não sabe, isso é uma “releitura” de dois excelentes vídeos do youtube: o clássico Evolution of Dance 1 e Frozen in Grand Central.

Pessoas queridas que acessam esse blog,

Como percebido, eu tirei umas pequenas férias daqui. Só volto com posts mesmo quando voltar bronzeada – espero – da Bahia. Mas para ajudar minha irmã, saí das férias um pouquinho e vim pedir para votarem nela em uma promoção da Tilibra. É muito fácil: basta só você clicar aqui, esperar a página carregar e clicar em “Votar”. Gasta pouquíssimo tempo e ficarei muito grata. :)

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Missy

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