Oi, azar todo seu de me conhecer. Meu nome verdadeiro é Laís, mas eu tenho mais pseudônimos do que poeta/escritor famoso: Lá, Lalá, Lacan, Laiana, Estranha, Gorda (não pergunte)… antes que fique estranho, melhor parar por aqui.

Eu sou mais sexy do que confiável, segundo meus amigos de orkut. Acho isso uma baixaria.

Eu nasci com ínumeras práticas totalmente desapropriadas de sentido mas que, ao não fazê-las, tudo fica sem sentido mais ainda. Então exemplos aqui demonstrariam demais como minha mente sã funciona. Mas toda minha família é neurótica. Somos tão neuróticos e sentamos à mesa todos os dias nos m-e-s-m-o-s lugares. Mesmo que aquele que senta no lado esquerdo não esteja na mesa. Não importa. Neurose.

Pra quem cursa psicologia, eu sou doida o suficiente. Minha irmã acha que o único hit na vida do Michael Sembello é a minha música. Vai saber.

Música, aliás, é um problema. Eu fico triste quando algo que eu escuto não vai pro last.fm. Não passo uma semana sem ouvir um artista novo porque eu enjoo fácil, e não passo uma semana sem ouvir àqueles que eu amo, porque sou apaixonada.

Sou uma artista frustada porque eu nunca consegui pintar um quadro realmente bom, daí preciso me contentar contemplando as preciosidades dos outros.

Se eu pudesse ser outra pessoa, eu seria várias. Mas seria toda a Audrey Hepburn.

Sei imitar a Maísa com semi-perfeição e adoro quem sabe imitar o Pato Donald.

Até eu mesmo não sei como eu consigo achar os videos mais retardados do Youtube e o porquê de ter dois e-mails e dois comunicadores instantâneos.

Nunca entendi porque o indie virou brit-rock, indie agora é alternativo, porque raios acham que eu sou emo e porque as pessoas insistem em comer jaca.

E quando eu terminar a faculdade, eu vou me aposentar, porque já trabalhei demais.

Eu apaguei no perfil, mas não queria perdê-lo. Usando o blog como arquivo, sabe como é…